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Dia dos Namorados: 9 restaurantes para 9 tipos de casais

Restaurantes para o dia dos namorados

Dia dos Namorados: 9 restaurantes para 9 tipos de casais

Atualizada: 10/02/2026

Texto: João da Ponte

Fotografia: vários

A harmonização do menu faz-se com romance em cada uma destas mesas. Descubra restaurantes em todo o país que apaixonam o próprio São Valentim.

A ver se nos entendemos: o Dia dos Namorados é um bom dia. Não serve para dizer que gostamos de alguém (a não ser os mais novos, que podem aproveitar a data para a prática da modalidade). E não deve ser usado como único momento em que ofertamos alguém com um presente de fraco significado.

A utilidade desta honra a São Valentim, padroeiro dos corações que batem, é a de dizer com outro alguém “vamos lá que nós merecemos”. A pergunta a fazer não é “porquê?”, antes “porque não?”. É um dia para recordar como é fundamental partilhar. E não há partilha mais saborosa do que aquela que se faz à mesa.

Para que este movimento seja mais simples e mais imediato, preparámos um roteiro de diferentes destinos para outros tantos casais, cada um com a respetiva filosofia de vida. Aproveitem e bom proveito.

Pirâmide do Egipto, em Moreira de Cónegos: para amantes que gostam de viajar

A geografia é importante e tem muito que se lhe diga — e isto também se aplica aos amantes. Vamos por partes. Estamos aqui para falar do Pirâmide do Egipto, restaurante com um Sol Guia Repsol, que muitas vezes é descrito como “riqueza do Vale do Ave”, o que não está errado. Tal como errado não está quando alguém diz que esta casa fica em Guimarães, que a hierarquia municipal merece respeito. 

O cabrito no forno e a baba de rinoceronte (sobremesa excêntrica que inclui amendoins e maltesers) são dois incontornáveis (fotografia Luís Ferraz)
O cabrito no forno e a baba de rinoceronte (sobremesa excêntrica que inclui amendoins e maltesers) são dois incontornáveis (fotografia Luís Ferraz)

Mas Moreira de Cónegos tem personalidade própria e nesta cozinha tem a embaixada de toda uma região. A gastronomia típica do Minho — valente, decidida, robusta, histórica — a convidar pares de apaixonados para um passeio de sabores ou para escolher o próximo destino. Com mais ou menos pirâmides, tal como esta morada.

Pirâmide do Egipto: Rua da Estação, Moreira de Cónegos, Guimarães. 918 101 504. 12h30-14h30 e 19h30-22h30. Fecha domingo e segunda-feira.

Taberna Santo António, no Porto: para amantes que vivem uma refeição de cada vez

Os apaixonados podem reservar uma mesa na Taberna de Santo António porque são tradicionais, porque gostam pouco de mudança, e neste menu têm a garantia da História fixada num prato — em vários, naturalmente.

Podem aqui vir porque fica perto das Virtudes, bonito passeio de namoro, com vista sobre o romance perpétuo entre o Porto e o Douro, seja antes ou depois da refeição. São razões atendíveis, legítimas e invejáveis. Mas sejamos francos, quem celebra paixões nesta mesa é porque assenta a relação no tempero certo: dos rissóis ao bife, da alheira ao bacalhau. É porque acredita mesmo que não se ama alguém que não partilha a mesma refeição. Uma de cada vez.

Taberna Santo António: Rua das Virtudes 32, 4050-630 Porto. 222 055 306. 12h-15h e 19h-22h. Domingos das 12h às 15h30. Fecha à segunda-feira.

Mesa de Lemos, em Viseu: para amantes que quando saem não ficam em casa

Começa ao longe, quando avistamos a arquitetura do restaurante como construção seduzida pela paisagem que lhe dá colo, em pleno Dão. Prossegue ao entrar, convencendo os convidados de que o requinte está ali de propósito para os receber (a mais saborosa das verdades). Ao ocupar o lugar marcado na Mesa de Lemos (Dois Sóis no Guia Repsol), os atoalhados celebram a visita, o serviço é nobre e o mundo encantado revela-se.

A sala celebra o granito da região, com uma grande pedra exposta à entrada e que faz parte da estrutura (fotografia Mesa de Lemos)
A sala celebra o granito da região, com uma grande pedra exposta à entrada e que faz parte da estrutura (fotografia Mesa de Lemos)

Ei-la, a carta rica, com sabores da terra, ingredientes locais e sazonais, respeitados e elevados à glória máxima pela técnica e a entrega de Diogo Rocha, chef que é também um cupido sabido. Nunca lhe perguntámos, mas só pode: quem propõe besugo, bacalhau, cabrito ou peixe galo na companhia dos vinhos e dos azeites de produção própria é porque quer ver caras metades a celebrar por inteiro.

Mesa de Lemos: Quinta de Lemos, Passos de Silgueiros, Viseu. De quarta a sábado, das 20h às 00h e de sexta a domingo das 12h às 15h. Tel.: 961 158 503

Taberna do Ganhão, no Baleal: para amantes que gostam de estar isolados do mundo

Há relações agrestes, trabalhosas, exigentes. Tal e qual como esta terra, o Baleal, espécie de ponta peninsular que, com o crescimento de marés nervosas, pode ficar rodeada de água. Estamos entre Peniche e Ferrel, onde o mar dá todas as voltas possíveis contra as rochas milenares, onde o verão tem medo de sorrir, onde os pescadores guardam segredos desde sempre e para sempre.

No Balear, a Taberna do Ganhão é um porto seguro para pratos de bacalhau e mariscos (fotografia Taberna do Ganhão)
No Balear, a Taberna do Ganhão é um porto seguro para pratos de bacalhau e mariscos (fotografia Taberna do Ganhão)

É neste Baleal que a Taberna do Ganhão trabalha tudo o que vem do mar salgado com o mesmo Norte que trata a carne que também navega no menu. Há um sentimento de distância nesta terra, como se fosse uma ilha presa ao continente. É o que acontece com muitos entrelaçados que não querem que nada nem ninguém incomode o momento que os une e o desejo futuro que querem perpétuo. Deixemo-los brindar.

Taberna do Ganhão: Largo dos Amigos do Baleal 1, 2520-001 Peniche. 262 286 381. Das 15h às 22h. Fecha ao domingo.

Zunzum Gastrobar, em Lisboa: para amantes que estão sempre na moda

O Zunzum (Recomendado no Guia Repsol) é bonito, é cool, é bem parecido. A luz entra e senta-se connosco à mesa, brinda com os presentes e realça todas as cores que por ali andam. Queremos estar ali mesmo sem termos pedido nada. Seja ao almoço ou ao jantar, qualquer hora fica bem na fotografia (obrigatória).

O crume brûlée de chocolate não está no menu, mas este ingrediente estará bem representado (fotografia ZumZum Gastrobar)
O crume brûlée de chocolate não está no menu, mas este ingrediente estará bem representado (fotografia ZumZum Gastrobar)

Venha um cocktail, ninguém tem pressa, muito menos aquele casal. Estão grudados que nem lapas, é bonito de ver. Imaginem quando descobrirem alguns exemplos do que a chef Marlene Vieira preparou como menu especial do dia dos namorados: ceviche de vieiras, maçã e beterraba; peito de pato fumado, gel de laranja e tostas de brioche; sopa de peixe e marisco, açafrão e massa folhada; chocolate, framboesas e flores a fechar. Amor, I love you.

Zunzum Gastrobar: Terminal de Cruzeiros de Lisboa, Av. Infante D. Henrique, Rua do Jardim do Tabaco, 1100-651 Lisboa. 915 507 870. Das 12h às 23h. Ao domingo, das 12h às 17h.

Casa Mateus, em Sesimbra: para amantes que fazem planos de família

Pedro Mateus recebe-nos de avental, com o menu sabido até ao detalhe do paladar. Ele sabe tudo porque o nome do restaurante pede-lhe o apelido emprestado: Casa Mateus (Recomendado no Guia Repsol). Nasceu tudo entre filho e pais, da vontade ao menu, do carinho no serviço ao desenho das gulosas sobremesas. Não há que enganar: estamos nas ruelas de Sesimbra, cheira a ondulação e a carvão.

Na Casa Mateus diga sempre sim aos tachinhos, sejam arrozes, massadas ou caldeiradas (fotografia Casa Mateus)
Na Casa Mateus diga sempre sim aos tachinhos, sejam arrozes, massadas ou caldeiradas (fotografia Casa Mateus)

Aqui foge-se à sardinha e dá-se espaço a outras maravilhas do mar, do bivalve em petisco ao tacho de arroz mais apurado. Comemos, bebemos, agradecemos a existência, juramos que a queremos plena com quem temos à frente, namoramos e saímos dali a jurar por tudo o que é santo que (também) havemos de ser família.

Casa Mateus: Largo Anselmo Braamcamp 4, 2970-654 Sesimbra. 963 650 939. De terça a domingo, das 12h30 às 15h e das 19h às 22h.

Lamelas, em Porto Covo: para amantes que sonham com uma casa na praia

A costa alentejana é uma espécie de outro mundo — melhor, mais tranquilo, mais ameno, mais saboroso. Para quem é de fora, funciona como lugar a que muitos aspiram chegar em alguma altura do ano, seja um fim de semana ou um mês, cada que faça a sua conta. Para quem é da terra, o orgulho da pertença serve-se à mesa e é uma das delícias nacionais.

No calor do verão ou no pino do inverno, a vista do Lamelas é sempre bonita (foto Ana Brígida)
No calor do verão ou no pino do inverno, a vista do Lamelas é sempre bonita (foto Ana Brígida)

A chef Ana Moura foi capaz de traduzir ambos os sentimentos no Lamelas (1 Sol no Guia Repsol). Porto Covo é uma das paixões de quem há muito foi engatado pelas curvas desta costa. Fígados, lulas fritas, coentradas, açordas, arroz cremoso, o cozido do mar e, claro, o entrecosto com amêijoas. Se os nossos namorados já queriam uma casa na praia, depois disto vão querer uma mesmo ao lado do Lamelas.

Lamelas: Rua Cândido da Silva, 55 A, 7520, Porto Covo. Telefone: 924 060 426 Quarta-feira a sexta-feira, das 12h30 às 14h30 e 19h30 às 21h30. Sábado até às 22h e Domingo até às 21h. Fecha segunda e terça.

Alcatruz, em Santa Luzia: para amantes que choram o inverno inteiro

Eles conheceram-se no verão e cada vez que o ano dá a volta, celebram o encontro, renovam intenções, celebram o calor de mão dada. São românticos, naturalmente, é impossível serem de outra maneira. E estes amores de férias em tempos adultos acabam e constroem-se (também) à mesa. Passam as estações do ano como emigrantes que anseiam regressar à terra. Neste caso, leia-se praia, para dela saírem sem horas, sem pressas, prontos para esperar pelos petiscos que neles invocam o maior sentido de partida: o da petiscaria.

E em terras de verão eterno, como a Santa Luzia vizinha de Tavira, é neste alcatruz que as travessas recheadas com iguarias da região são servidas. Assim se constrói a intimidade. E é muito mais fácil chorar com saudades do verão quando a melancolia é bailada a dois.

Alcatruz: Rua Capitão Jorge Ribeiro 46, 8800-544 Santa Luzia. Telefone: 281 381 092. Das 12h às 15h e das 19h às 22h. Fechado ao jantar ao domingo e todo o dia à segunda-feira.

William, no Funchal: para amantes internacionais

Das mesas do William (2 Sóis no Guia Repsol) vemos a “coastline” do Funchal e tal panorâmica é homenageada com “seasonal dishes”, pois claro. Trata-se do restaurante do Reid’s Palace, hotel fundado por William Reid. E se o apelido foi para a unidade hoteleira, o primeiro nome foi para o restaurante que garante apresentar “innovative culinary techniques”. Ou seja: aqui o romance é cosmopolita chique.

O menu do William está repleto dos produtos madeirenses, como a maçã, à esquerda, ou o lagostim, algas e maracujá à direita (foto Ágata Xavier)
O menu do William está repleto dos produtos madeirenses, como a maçã, à esquerda, ou o lagostim, algas e maracujá à direita (foto Ágata Xavier)

Quem reserva a mesa quer levar a respetiva cara metade a viver uma experiência de luxo e bom gosto — e este faz-se de peixe local ou lagosta, de peito de pato a explorações sobre iguarias locais como a anona. A inovação culinária tem a assinatura do chef José Diogo Costa. Os vinhos são servidos com o conhecimento do sommelier Alberto Luz. E o resto é encanto — ou como se diz em inglês, ao final do dia, com “iconic views of the stars once the sun has set”.

William: Hotel Belmond Reid's Palace. Estrada Monumental 139, São Martinho, Funchal. Terça a sábado, 19h30 às 22h00. Telefone: 291 717 171